Ao longo de 2025, nossos clientes somaram mais de 2 mil inserções na imprensa, além de incontáveis repercussões espontâneas. À primeira vista, o número impressiona. Mas ele importa menos pelo volume e mais pela qualidade que representa.
Assessoria de imprensa não é sobre “sair na mídia”. É sobre estar na imprensa de forma planejada, coerente e contributiva. É quando cada pauta publicada representa um passo estratégico na construção de autoridade e reputação institucional.
No universo jurídico, a comunicação precisa ser tratada com o mesmo rigor técnico que se aplica a um parecer ou a uma sustentação oral. Cada fala, cada posicionamento e cada menção à marca do escritório carrega um valor reputacional que, se bem gerido, se transforma em um ativo de negócio.
Nem toda aparição na mídia fortalece uma marca. Assessoria de imprensa jurídica séria não busca exposição a qualquer custo. Ela estrutura um plano de comunicação conectado ao planejamento estratégico do escritório, define porta-vozes, mapeia temas estratégicos e acompanha a agenda jurídica, econômica, política e empresarial para inserir o cliente nos debates que realmente importam.
É um trabalho que exige método, leitura técnica, domínio do setor e sensibilidade jornalística. Porque, na advocacia, comunicar é também exercer responsabilidade técnica e institucional.
O bastidor que ninguém vê
Por trás de cada inserção na imprensa há profissionais que vivem o cotidiano do Direito com o mesmo ritmo dos tribunais, do Congresso Nacional, das agências regulatórias e do mercado. São jornalistas especializadas que traduzem decisões complexas em conteúdo acessível, que defendem pautas com argumentos sólidos e que sustentam a imagem dos porta-vozes com estratégia e propósito.
Esses profissionais acompanham julgamentos, leem projetos de lei, monitoram agências regulatórias e antecipam tendências. São eles que garantem que uma fonte seja ouvida não porque pediu espaço, mas porque se tornou referência.
Cada linha publicada carrega negociação, curadoria, análise de risco e, sobretudo, intenção comunicacional. O objetivo nunca é “aparecer mais”, e sim falar melhor, com consistência e relevância.
Planejamento, não improviso
A presença de um escritório na imprensa deve ser planejada, não ocasional. Isso envolve compreender o papel de cada área, mapear os temas sensíveis, alinhar discursos e definir limites éticos de exposição.
No setor jurídico, o improviso comunicacional pode custar caro. Há momentos em que o silêncio é mais estratégico que a fala, e há temas que, se mal conduzidos, comprometem não apenas a reputação do escritório, mas a própria estratégia jurídica em curso.
Uma assessoria de imprensa jurídica madura não pressiona para falar. Ela orienta quando, como e por que falar. Atua junto ao corpo jurídico, escuta os advogados responsáveis e protege a imagem institucional.
Reputação: o ativo invisível que sustenta o valor de marca
Em um mercado de alta competitividade, reputação é o diferencial que separa escritórios lembrados de escritórios reconhecidos. E reputação se constrói com tempo, coerência e entrega.
A imprensa é um validador público de autoridade, mas apenas para quem tem conteúdo, preparo e relevância. A assessoria de imprensa, quando bem conduzida, é o elo que transforma competência técnica em reconhecimento institucional.
Ela ajuda a ocupar espaços de credibilidade, posicionar-se como fonte confiável e consolidar uma imagem pública sólida não pelo discurso, mas pelo valor que entrega ao debate jurídico e à sociedade.
Fernanda Quintanilha Pinheiro é jornalista e publicitária, especialista em marketing jurídico. CEO e sócia-fundadora da Q Comunicação, agência ranqueada pela Leaders League e referência nacional em comunicação e marketing jurídico.


